Minhas impressões sobre Glasgow

A viagem pode ter acabado, mas as histórias não. Porém, essas duas semanas afastada daqui se fizeram necessárias para eu digerir um pouco tudo o que tem acontecido na minha vida. E agora me sinto pronta para voltar a contar pra vocês todas os causos e experiências que tive por lá. Hoje é a vez de falar sobre Glasgow, maior cidade da Escócia.

Eu já estava escrevendo o texto sobre Dublin quando me dei conta que tinha me perdido nas postagens e que não tinha falado de Glasgow. Por alguns minutos fiquei pensando se fazia esse post ou não, porque, na verdade, só passei um dia lá. Mas acho que vale o registro para as pessoas saberem um pouco sobre a cidade, que fica a uma hora de trem de Edimburgo e é, estatisticamente, mais visitada na Escócia que a própria capital.

– Falei com pouca gente durante o dia na cidade, mas na Escócia todo mundo tira sarro sobre o sotaque de Glasgow. Dizem que é impossível de entender o inglês deles, mas a verdade é que eu estava tão apavorada com o sotaque de todo mundo que eu não ia ficar julgando de qual cidade era, né. Pra mim eram todos igualmente difíceis de entender e pra mim parecia alemão, não inglês.

– A cidade é bem grande, uma das poucas que precisei pegar ônibus para conhecer os principais pontos. Na verdade, como eu tinha apenas um dia na cidade, peguei aqueles ônibus turísticos de dois andares que tu pode descer em qualquer lugar e pegar de novo em qualquer ponto. Foi a melhor decisão, porque jamais teria conseguido ver tanta coisa em um só dia se fizesse tudo caminhando.

– Em um post no meu Instagram falei que não me encantei muito por Glasgow, que a química não rolou. Isso porque, para o meu gosto, achei a cidade muito grande e moderna demais. Me pareceu também uma cidade sem personalidade por conta disso, então não teve nenhum lugar incrível que eu tenha morrido de amores – a não ser um cemitério com uma vista bem bacana, haha.

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– Um traço bem forte de ser “cidade grande” é uma rua/calçadão de compras bem ostentação, supermovimentado desde o amanhecer até de noite. Passei por lá porque era meu caminho, mas foi bem estressante andar no meio da muvuca com guarda-chuvas e pessoas surtando com as promoções.

– Achei a cidade bem limpa e organizada, e foi bem mais fácil de me achar do que Edimburgo. Tem ruas bem padronizadas e só com um mapa de mão dá para se achar tranquilo, pelo menos na região mais central.

– É uma cidade universitária, então tem uma noite bem forte. Vi inclusive um mapa que separava a cidade por zonas de balada. Uma região com baladas gay, outra com festas rock, outra com pubs indie e assim por diante. Bem interessante, mas eu estava muito cansada para explorar a noite.

– Um dos principais pontos turísticos é a galeria de arte moderna. Não pelas suas obras, mas sim por um monumento em frente, de um soldado no cavalo, em que o homem está sempre com um cone na cabeça. Volta e meia a polícia vai lá e tira o cone, mas quando percebem, no outro dia mesmo ele já está lá de novo. Pelo que andei lendo já é tradição na cidade, haha.

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– Tem duas estações de trem bem próximas uma da outra no centro da cidade. Mas, dependendo da hora do dia, você não consegue ir de uma pra outra com facilidade e talvez tenha que pegar um táxi se estiver com muita bagagem.

O post com as fotos da cidade já está no ar e tu pode conferir aqui ó.

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